sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O Ano Novo Chinês


O Ano Novo é o feriado mais importante do país, são 15 dias em que os chineses resgatam suas origens, tradições e simbolismo. É um período de arrumação da casa, unir a família e preparação para o ano que se inicia.

Geralmente é realizado um grande banquete em casa ou em restaurantes. Nesses jantares é comum ter grandes variedades de pratos e principalmente ter peixe na mesa, para simbolizar fartura o ano todo.

É nesse período que alguns chineses voltam de outras cidades para visitam os parentes e amigos, levando presentes e os tradicionais envelopes vermelhos contendo dinheiro, na qual os distribuem para ser generoso com os outros e a sorte ser generosa com eles.

O momento mais esperado da comemoração são as queimas dos fogos para atrair sorte e afastar coisas negativas.

Mas não é apenas na China que essa data é importante. Os chineses comemoram no mundo inteiro.

Nos Estados Unidos a comemoração do Ano Novo Chinês acontece desde 1953, porém adaptado à cultura americana, festejando a noite ou aos finais de semana. O festival é comemorado com jantares em restaurantes chineses, fogos de artifícios, a dança do leão de loja em loja desejando-lhes sorte e o desfile de americanos e chineses no Festival das Lanternas.

Em Londres é comemorado diversos eventos da cultura chinesa. O principal é o Ano Novo Chinês, que é organizado pela Associação Chinesa Chinatown de Londres. A celebração ocorre no centro de Londres, em Trafalgar Square com pratos típicos, barracas com artesanatos e culturas chinesas, ruas decoradas e a tradicional dança do Leão.

É no Canadá que encontramos as maiores Chinatowns do mundo. Elas estão localizadas em Vancouver, Montreal, Toronto entre outras cidades. Com uma grande população chinesa, a comemoração do Ano Novo Chinês é aguardada com ansiedade. E quando chega a festa, é realizada com grande tradição, desfiles pelas ruas, performances e comida típica.

No Brasil a comemoração ainda é recente. Em São Paulo ocorreu a 4ª festa no bairro da liberdade, onde os restaurantes, lojas e mercearias se enfeitaram para a grande festa, que atrai turistas de todo o Brasil. O evento explora expressões artísticas e culturais fazendo apresentações no palco como desfile de roupas, kung Fu, pinturas e músicas. Próximo ao palco tem ainda barracas com a diferenciada gastronomia chinesa e artesanatos.


Ano Novo


Origem e Curiosidades sobre o Ano-Novo

Você sabia que o ano-novo se consolidou na maioria dos países há 500 anos? Desde os calendários babilônicos (2.800 a.C.) até o calendário gregoriano, o réveillon mudou muitas vezes de data.

A primeira comemoração, chamada de "Festival de ano-novo" ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.

No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).

Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.

Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. - 476 d.C.) O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a. C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.

Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.

A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, - "A festa das trombetas" -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.

Contagem decrescente os últimos minutos do dia 31 de Dezembro seja: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Feliz 2004!!!!!! A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os nossos sonhos e dão vida às nossas celebrações. Na passagem de Ano Novo, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade para enchermos o coração de esperança e começar tudo de novo. E para que a festa corra muito bem, há algumas tradições e rituais que não podemos esquecer...

- Fogos e barulho. No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos abraços.
- Roupa nova. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.

Origem do Ano Novo

As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas.

O nosso calendário é originário dos romanos com a contagem dos dias, meses e anos. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera.

As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril. O Papa Gregório XIII instituiu o 1º de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a pregar partidas e ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é a falsa comemoração do Ano Novo.

Tradições de Ano Novo no mundo:
Itália: O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.

Estados Unidos: A mais famosa passagem de Ano Novo nos EUA é em Nova Iorque, na Time Square, onde o povo se encontra para beber, dançar, correr e gritar. Há pessoas de todas as idades e níveis sociais. Durante a contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exactamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos os lados.

Austrália: Em Sydney, uma das mais importantes cidades australianas, três horas antes da meia-noite, há uma queima de fogos na frente da Opera House e da Golden Bridge, o principal cartão postal da cidade. Para assistir ao espectáculo, os australianos se juntam no porto. Depois, recolhem-se a suas casas para passar a virada do ano com a família e só retornam às ruas na madrugada, quando os principais destinos são os “pubs” e as praias.

França: O principal ponto é a avenida Champs-Elysées, em Paris, próximo ao Arco do Triunfo. Os franceses assistem à queima de fogos, cada um com sua garrafa de champanhe (para as crianças sumos e refrigerantes). Outros vão ver a saída do Paris-Dacar, no Trocadéro, que é marcada para a meia-noite. Outros costumam ir às festas em hotéis.

Brasil: No Rio de Janeiro, precisamente na praia de Copacabana, onde a passagem do Ano Novo reúne milhares de pessoas para verem os fogos de artifício. As tradições consistem em usar branco e jogar flores para “Yemanjá”, rainha do mar para os brasileiros.

Inglaterra: Grande parte dos londrinos passa a meia-noite em suas casas, com a família e amigos. Outros vão à Trafalgar Square, umas das praças mais belas da cidade, à frente do National Gallery. Lá, assistem à queima de fogos. Depois, há festas em várias sítios da cidade.

Alemanha: As pessoas reúnem-se no Portal de Brandemburgo, no centro, perto de onde ficava o Muro de Berlim. Tradicionalmente, não há fogos de artificio.

Curiosidade: Em Macau, e para todos os chineses do mundo, o maior festival do ano é o Novo Ano Chinês. Ele é comemorado entre 15 de Janeiro e 15 de Fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do Inverno. Lá é habitual limparem as casas e fazerem muita comida (Bolinhos Chineses de Ano Novo - Yau Gwok, símbolo de prosperidade). Há muitos fogos de artifício e as ruas ficam cobertas de pequenos pedaços de papel vermelho.

Cada cultura comemora seu Ano Novo. Os muçulmanos têm seu próprio calendário que se chama “Hégira”, que começou no ano 632 d.C. do nosso calendário. A passagem do Ano Novo também tem data diferente – 6 de Junho, foi quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida a Meca.

As comemorações do Ano Novo judaico, chamado “Rosh Hashanah”. É uma festa móvel no mês de Setembro (este ano foi 6 de Setembro). As festividades são para a chegada do ano 5763 e são a oportunidade para se deliciar com as tradicionais receitas judaicas: o “Chalah”, uma espécie de pão e além do pão, é costume sempre se comer peixe porque ele nada sempre para frente.

O primeiro dia do ano é dedicado à confraternização. É o Dia da Fraternidade Universal. É hora de pagar as dívidas e devolver tudo que se pediu emprestado ao longo do ano. Esse gesto reflecte a nossa necessidade de fazer um balanço da vida e de começar o ano com as contas acertadas.

Tradições Portuguesas:

As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. Uma das nossas tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada “Roupa Velha” é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.

Para as superstições, comer 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano traz muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.


História do Natal: origem e curiosidades

A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos.

Tudo começou com um antigo festival mesopotânico que simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk.

Para os mesopotânios, o Ano Novo representava uma grande crise. Devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos enfureciam-se e Marduk, o seu principal deus, era preciso derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra. O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha. A tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para, ao lado de Marduk, ajudá-lo em sua luta. Para poupar o rei, um criminoso era vestido com as suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto levava todos os pecados do povo consigo. Assim, a ordem era restabelecida.

Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilónios. Chamado de Sacae, a versão também contava com escravos que tomavam o lugar dos seus mestres.

A Mesopotâmea, chamada de mãe da civilização, inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos.

Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival de nome Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de Janeiro, comemorava-se o Solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra. Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes - ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas - enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objectos eram usados para presentear uns aos outros.

Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo. Conta a Bíblia que um anjo, ao visitar Maria, disse que ela daria a luz ao filho de Deus e que seu nome seria Jesus. Quando Maria estava prestes a ter o bebé, o casal viajou de Nazaré, onde viviam, para Belém a fim de realizar um recenseamento solicitado pelo imperador, chegando na cidade na noite de Natal. Como não encontraram nenhum lugar com vagas para passar a noite, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado numa manjedoura.

Pastores que estavam com os seus rebanhos próximo do local foram avisados por um anjo e visitaram o bebé. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso, voltando depois para seus reinos e espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.

A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados.

Hoje, as tradições de Natal diferem de acordo com os costumes de cada país.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009


Cadesc

CADESC Cidade Tiradentes - Comunidade Ativa no Desenvolvimento Sócio-Cultural Educacional de Cidade Tiradentes, fundada em 18 de janeiro de 2003, pessoa juridica de direitos privados, sem fins lucrativos, que tem como objetivo: Desenvolver Projetos para o Protagonismo Juvenil. Hoje a Cadesc executa projetos na Cultura Digital e qualifica jovens na Tecnologia da Informação, situada no Distrito Cidade Tiradentes - SP, está instalado o Laboratório Digital em parceria com SERPRO e IBAP. Projetos Desenvolvidos: Oficinas com Conceitos em Economia Solidária - 2003 Oficinas de Elaboração de Projetos - 2003 Projeto Bolsa Trabalho Cursinho (Curso de Pré-Vestibular) Unesp e PMSP - 2003 Jovens na parceria no Aprendiz Comgas - 2003 Projeto Bolsa Trabalho PMSP - Horta Comunitária Projeto Petrobras - Porque não Falar das Flores - Cultivo de Flores em Cidade Tiradentes Cultura Hip Hop Oficinas de Teatro - Texto do livro Revolução dos Bichos Entidade Tutora Consórcio Social de Juventude - Ong Poli - SP Capacita Sampa - PMSP Projeto Contadores de Histórias - Programa VAI Projeto Cultura Digital Livre e Cidadania - Programa VAI Projeto Cultura e Diversidade Digital na Cidade Tiradentes - VAI Projeto Centro Profissionalizante Digital - Ministério do Trabalho e Emprego - Fundação Banco do Brasil Conisli 2006 / 2007 / 2008 Campus Party - 2008 / 2009 Coordenação do 1º Festival de Cultura Digital de Guarulhos - PMG Oficina Digital de Broffice Secretária Estadual MST - Ribeirão Preto SP Conferência Municipal e Estadual de Promoção da Igualdade Racial Conselho Municipal de Juventude São Paulo - CMJ

Cidade Tiradentes

Cidade Tiradentes é um distrito do município brasileiro de São Paulo, situado no extremo leste da cidade, a 35 quilômetros do marco zero, a Praça da Sé. Abriga o maior complexo de conjuntos habitacionais da América Latina, com cerca de 40 mil unidades habitacionais.

A Cidade Tiradentes concentra mais de 40 mil unidades habitacionais, a maioria delas, construídas na década de 1980 pela Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (COHAB), Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) e por grandes empreiteiras, que inclusive aproveitaram o último financiamento importante do Banco Nacional da Habitação (BNH), antes de seu fechamento.

O bairro foi planejado como um grande conjunto periférico e monofuncional do tipo “bairro dormitório” para deslocamento de populações atingidas pelas obras públicas, assim como ocorreu com a Cidade de Deus, no Rio de Janeiro


O que é Ubuntu?

Ubuntu é um sistema operacional desenvolvido pela comunidade, e é perfeito para laptops, desktops e servidores. Seja para uso em casa, escola ou no trabalho, o Ubuntu contém todas as ferramentas que você necessita, desde processador de texto e leitor de emails a servidores web e ferramentas de programação.

O Ubuntu é e sempre será gratuito. Você não paga por nenhum encargo de licença. Você pode baixar, usar e compartilhar com seus amigos e familiares, na escola ou no trabalho, sem pagar nada por isto.

Nós lançamos uma nova versão para desktops e servidores a cada seis meses. O que significa que você sempre terá as últimas versões dos maiores e melhores aplicativos de código aberto que o mundo tem a oferecer.

O Ubuntu é desenvolvido visando segurança. Você tem atualizações de segurança gratuitas por pelo menos 18 meses para desktops e servidores. Com a versão de Longo Tempo de Suporte (LTS) você tem três anos de suporte para desktops, e cinco anos para servidores. Não é cobrado nenhum valor pela versão LTS, bem como qualquer outra, nós disponibilizamos livremente o melhor que podemos oferecer para todos sob os mesmos termos. Atualizações para novas versões do Ubuntu são e sempre serão gratuitas.

Tudo o que você precisa em apenas um CD, que lhe proporciona um ambiente completo e funcional. Programas adicionais são disponibilizados através da Internet.

O instalador gráfico lhe permite ter um sistema funcional de forma rápida e fácil. Uma instalação padrão deve levar menos de 30 minutos.

Uma vez instalado, seu sistema está imediatamente pronto para o uso. Na versão desktop você tem um conjunto completo de aplicativos para produtividade, internet, imagens, jogos, entre outras ferramentas.

Na versão servidor você tem tudo o que precisa para ter seu servidor funcional sem coisas desnecessárias.

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O que é software livre?

Não é fácil definir o termo "Software livre" ou "Software de fonte aberto" em poucas palavras, devido as múltiplas variantes que existem. Mas também não é complicado, já que a idéia em si próprio é simples. No entanto, antes de usarmos definições exatas, dediquemos um momento a explicar, de um modo relativamente informal, o que é que entendemos por software livre.

Idéia Geral de Software Livre

á um verdadeiro problema quando falamos em inglês o termo Software Livre ("Free Software") há uma perigosa ambiguidade com relação ao termo FREE que significa, tanto 'livre' quanto 'grátis' por isso utiliza-se mais comumente o termo Fonte Aberta ("Open Source") que felizmente na nossa língua não existe nenhuma segunda palavra para o mesmo termo :) portanto, ao se falar em Free Software pense em Software Livre e não grátis pois existem empresas que já apostaram no crescimento do linux e portou vários dos seus aplicativos para o sistema e cobra-se taxar pela utilização.
Os principais traços que definem software livre são liberdade para:
  • Usarem o software como desejarem, para o que desejarem, em tantos computadores desejarem e em qualquer situação tecnicamente apropriada
  • Terem o software a sua disposição para o adequarem as suas necessidades. Com certeza, isso inclui melhorá-lo, corrigir os seus erros, aumentar a sua funcionalidade e estudar o seu funcionamento.
  • Redistribuir o software a outros utilizadores, que poderão por sua vez utilizá-lo de acordo com as suas necessidades. Esta redistribuição pode ser gratuita, ou mediante contraprestação não especificadas de antemão.
É importante esclarecer que estamos falando de liberdade e não de obrigações. Isto é, os utilizadores de um programa livre podem modificá-lo se achar necessidade. Para cumprir essas necessidades, existe ainda uma quarta condição básica e derivada das anteriores.
  • Os utilizadores de uma parte do software devem ter acesso ao código fonte. O código fonte de um programa, geralmente escrito em uma linguagem de programação de alto nível, é absolutamente necessário para poder entender a sua funcionabilidade, para melhorar e/ou modificar o programa.